Rodolfo Landim tem em mãos a decisão de escolher pelo profissional ou amador

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(Imagem: Divulgação / Flamengo)

Está sendo gigantesca a repercussão, após a publicação aqui no Ninho da Nação, que Marcelo Vido, diretor executivo de esportes olímpicos, pode deixar o Flamengo por divergência com o vice-presidente da pasta, Guilherme Kroll.

Dentro da Gávea o assunto domina os bastidores. É forte o apoio que Marcelo Vido tem recebido, reconhecendo nele a condição de seguir nos caminho da excelência da gestão dos esportes olímpicos. Foi ele o responsável por buscar  a sustentabilidade das modalidades através de diversas parcerias governamentais, privadas, Anjo da Guarda e lei de incentivo.

Há um temor grande que o Flamengo retroceda no trato dos esportes olímpicos e volte a ser aquele que dependia exclusivamente da grana do futebol para sobreviver, com chances de debandada caso Marcelo Vido realmente deixe o cargo.

Caberá, então, ao presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, decidir quem vai seguir: Marcelo Vido, profissional reconhecido no mercado e há quase 10 anos de clube, ou Guilherme Kroll, recém chegado à direção amadora e com um passado de declarações controversas contra o patrocínio incentivado.

Desde que a atual gestão assumiu o Flamengo, talvez nunca um conflito entre gestão amadora e profissional ficou tão evidente como este de agora na condução dos esportes olímpicos. Landim retorna de férias na próxima segunda-feira, dia 10, e tem em suas mãos a oportunidade de mostrar, de forma clara, o caminho que pretende seguir.

Quem não curte os esportes olímpicos e prefere só futebol, fique esperto pois esse assunto também te interessa. Será uma clara sinalização do risco que o Flamengo pode correr se o presidente definir pela indicação politiqueira, e não pelo gestor profissional.

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