Os técnicos brasileiros topariam participar do “processo seletivo” promovido pelo Flamengo, com reuniões e entrevistas, como os europeus?

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Alguém acredita que algum treinador brasileiro aceitaria passar pelo “processo seletivo” que o Flamengo está promovendo para encontrar seu novo técnico?

Do alto da superioridade que os brasileiros acham que estão, fatalmente se recusariam a participar de qualquer entrevista com os dirigentes Rubro-Negros, afinal, como não conhecem seus vitoriosos trabalhos?

O scout do Flamengo elaborou relatórios para embasar os dirigentes na análise das características dos profissionais em avaliação. Estilo de jogo por onde passaram, histórico de resultados e títulos, e avaliações de atletas com quem atuaram. Agora, os Braz e Spindel partem para a abordagem presencial, olho no olho.

Algum treinador brasileiro aceitaria conversar, mesmo sabendo que também há outros profissionais na agenda de reuniões? Considerariam que o clube era quem deveria se adaptar ao seu perfil, e não a instituição ter seu estilo próprio.

O Flamengo tem reuniões marcadas com o catalão Domènec Torrent, em Madri, o português Carlos Carvalhal, em Lisboa e, provavelmente, Leonardo Jardim em Mônaco, e para os profissionais não há nenhum problema nisso.

São treinadores europeus, com mercado no continente e, mesmo assim participam de reuniões e conversas para que o Flamengo identifique o técnico que de encaixa no estilo desejado pelo Rubro-Negro.

O fato é que o Flamengo está mudando a forma de contratar um treinador. Não há mais busca por treinadores desempregados. A escolha é pelo profissional que dará prosseguimento à evolução promovida por Jorge Jesus.

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