Europa começa a perceber: “Seria o Flamengo o primeiro super clube fora do Velho Continente?”

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O Flamengo começa a despertar os olhos da Europa. Reportagem do jornalista Samindra Kunti, da Forbes, destaca a passagem de Jorge Jesus pelo Rubro-Negro e a transformação que a comissão técnica da Europa provocou no clube da Gávea.

Confira trechos:

“O Flamengo estava jogando futebol moderno, finalmente entrando na era do coletivismo de alta pressão. Sua defesa jogou uma linha alta, sua equipe queria posse e atacou. Essas características devem ser evidentes no futebol moderno, onde os três pontos de posse, pressão e posicionamento estão em voga, mas no contexto brasileiro eles são tudo menos isso. Apesar de todo o sucesso, o futebol brasileiro sempre foi profundamente conservador.

Os doze meses seguintes se tornaram um longo desfile de vitórias. As idéias de Jesus venceram e derrubaram os paradigmas do futebol brasileiro. A elite local de treinamento simplesmente não teve resposta. O atacante ‘Gabigol’ e seu atacante Bruno Henrique se tornaram as estrelas da campanha, mas o zagueiro espanhol Pablo Mari foi a chave para o sucesso da formação do Flamengo. Sua velocidade e versatilidade permitiram ao Flamengo tocar essa linha alta e se mover como uma unidade compacta, mantendo o espaço apertado entre as linhas. No Brasil, defensores centrais atarracados tendem a recuar.

A intensidade cromática e o significado desses objetivos tardios foram extraordinários. A potência da estrela era inconfundível, a lealdade total dos fãs pura. Foi um êxtase no futebol. O Flamengo foi libertado. Por fim, o clube teve uma resposta moderna para seu passado glorioso. Jesus trouxe um pensamento mais profundo à organização do Flamengo. Mesmo com as costas contra a parede, seus jogadores permaneceram cruéis em tudo o que fizeram. 

Na final da Copa do Mundo de Clubes, eles se enfrentaram com o Liverpool, mantendo um jogo que era taticamente e tecnicamente refinado, mas que deixava espaço suficiente para a auto-expressão. Com mais de 40 milhões de fãs e uma grande sala de troféus, a Europa começou a perceber: os brasileiros poderiam se tornar o primeiro super clube fora do Velho Continente?  

O sucessor de Jesus ajudará muito a definir a direção futura do clube. Juntamente com Fleitas Solich, Claudio Coutinho, Paulo César Carpegiani e Carlinhos, o português é considerado um dos treinadores de maior sucesso na história do Flamengo. O campeão brasileiro exige um novo milagre para replicar os triunfos de Jesus e cultivar uma filosofia progressista.

Revertendo para digitar e nomear um coach local estabelecido não é uma opção. Para competir no mais alto nível, o Flamengo simplesmente precisa continuar absorvendo novas idéias”.

O artigo completo está aqui.

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