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Basquete: Flamengo sem pivô de origem e ainda mais versátil dentro de quadra

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Em entrevista ao site Garrafão Rubro-Negro, Gustavo de Conti afirmou que o Flamengo não buscará um pivô clássico, após a saída de Anderson Varejão:

“Eu não vejo necessidade de um pivô com a característica das antigas, aquele pesadão e dominante, sinceramente eu não vejo tanta necessidade disso. Eu fui campeão do NBB pelo Paulistano e minha equipe não tinha esse pivô dominante”.

Segundo o treinador, a versatilidade do elenco ficará ainda mais evidente nessa temporada:

“Nosso elenco era muito versátil. Na temporada passada aqui no Flamengo eu tentei jogar num estilo de correr mais, de sermos mais velozes e acabamos não conseguindo em razão das características de jogadores que tínhamos no elenco. E a expectativa que nessa temporada possamos conseguir mais isso. A gente tem que usar as características dos jogadores que a gente tem”.

Para o garrafão, Gustavinho deverá ter Leonardo Demétrio, Rafael Mineiro e Leron Black. Além de utilizar as promessas da base: Ruan e Matheus Maciel.

Quando for enfrentar um adversário que tenha um pivô forte, o treinador admite dificuldade, mas terá sua estratégia montada:

“O time que foi montado é esse. Claro que a gente quando for enfrentar um pivô mais pesado teremos dificuldades. E isso dentro de quadra a gente pode fazer ficar minimizado e não deixar muito o jogo de 1 contra 1. E também temos que destacar que esse pivô mais pesado vai ter mais dificuldade de marcar o nosso time. Isso será um jogo de xadrez e a gente vai ter que dar conta durante a temporada e nos momentos dos jogos.”

E afirmou que na temporada passada não conseguiu implantar totalmente o estilo de correr mais por características de alguns jogadores:

“Na temporada passada aqui no Flamengo eu tentei jogar num estilo de correr mais, de sermos mais velozes e acabamos não conseguindo em razão das características de jogadores que tínhamos no elenco. E a expectativa que nessa temporada possamos conseguir mais isso”.

Na armação, Deryk Ramos será automaticamente o substituto de Franco Balbi.

O Flamengo ainda deixou uma vaga de estrangeiro para uma necessidade durante a temporada, que poderá ser utilizada. E aguarda a situação física do Vitor Favareni, que deve ser decidida apenas no final do ano.

Nessa sexta-feira, o Rubro-Negro entra em quadra para enfrentar o Botafogo, pela segunda rodada do Campeonato Carioca.

A partida será às 20h no ginásio Oscar Zelaya. Na primeira rodada time da Gávea venceu Niterói por 93 x 54.

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9 thoughts on “Basquete: Flamengo sem pivô de origem e ainda mais versátil dentro de quadra

  1. Flamengo perde para o Botafogo na “estreia” do carioca.
    Segundo o pessoal do Garrafão Rubro Negro isso ocorreu por conta da falta de ritmo da equipe, como se do outro lado botafoguense houvesse muito ritmo e estivessem no meio da temporada.
    Cadê os pivôs? Não é porque o time joga na transição rápida e muito chute de fora que não precisa de pivôs. Isso não existe, nem os Golden State Warriors jogam assim.
    Outra coisa digna de nota: tomou 100 pontos, ninguém marca ninguém, principalmente no poste baixo.
    Meu grande temor pra esta temporada é o Flamengo ficar na primeira fase da LDA. De resto, tudo será decidido na segunda metade da temporada. Mas a 1ª fase da LDA é piriquitante.

  2. Também temo por essa estratégia e essa declarações sobre não ser um problema jogar sem pivôzão. Acho que o elenco fica sim, um pouco capenga. Acho um risco desnecessário.

    Desde sempre o foco é a Liga das Américas, temos que fazer uma preparação decente e intensa pra entrar bem na competição, e não pode haver qualquer risco de sairmos precocemente.

    Não podemos baixar a guarda nessa busca por um pivô. Temos que ter o elenco mais completo e forte possível.

    Essa derrota pro botafogo pode não ser nada demais, mas é um indicativo ruim, contra um time mais fraco e que também tinha desfalques importantes.

    Abram o olho logo.

  3. Embora o Varejão tenha sido apenas o 4º maior pontuador do Flamengo na temporada passada, no entanto, ele fazia um perfil de ponto, de definição ofensiva que era praticamente o único dentro do elenco. O ataque do Mineiro a cesta é na base da velocidade e de frente, tem mais a ver com a posição 4. O Gustavinho disse que não quer um cincão pesadão, só que ninguém falou nestes termos, queremos só um pivô dominante.

  4. Lembrando aqui uma coisa que sempre discutimos e nunca foi pra frente: aproveitando o boom do sócio torcedor não é a hora de discutirmos novamente o sócio pro basquete?

    Pode parecer bobeira, mas aproveitando a onda de otimismo e alegria do torcedor, se tivéssemos uma possibilidade de incluir no nosso plano de sócio, 5 ou 10 reais a mais pra ter algumas vantagens e ações no basquete (e, óbvio, com o intuito final de ajudar o time), já teríamos um bom ganho mesmo que apenas 10% ou 20% das pessoas aderrisem.

    No cenário, se 10% aderissem ao plano extra do basquete, por 5 reais, ganharíamos uns 65 mil reais mensais, que não é pouco. Sendo que to considerando uma adesão baixa (10%) e um plano muito barato (5 reais). Se tivéssemos 20% de adesão, por 10 reais, já passaríamos a ter 250 mil mensais a mais, o que é gigante pra um orçamento de time de basquete.

    Enfim, acho que deveríamos novamente estar discutindo isso e aproveitar o momento incrível da relação do Flamengo com a torcida.

  5. Só “permito” o Flamengo não trazer um pivozão pesado e clássico se trouxer o Luis Scola pro garrafão rsrs.

    Mesmo aos 39 anos, o cara está voando na Copa do Mundo.

    Que absurdo.

    1. O Marcos Delia – 2,11, acabou de deixar a Espanha e acertou com um time Mexicano. Esse é bem levinho.

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