quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Posicionamento de Alexandre Póvoa sobre as eleições de 2015 no Flamengo

O vice-presidente de esportes olímpicos virou o grande coringa da eleição no Flamengo. A grande questão é quem ele vai apoiar no pleito Rubro Negro.

Para acabar com os boatos, ele manda um texto que divulgamos aqui no blog:


Caros sócios e Nação rubro-negra,

Há duas semanas, foi anunciado, em reunião que não participei por estar fora do Rio de Janeiro, que a antiga Chapa Azul, vencedora do pleito de 2012, estaria se dividindo em duas alas (ambas formadas por excelentes pessoas) para a disputa das eleições para a Presidência do Flamengo, a serem realizadas ao final de 2015. Quase que imediatamente, mesmo acostumado com a complicada vida política do nosso clube, recebi por diversas fontes, com surpresa, o anúncio do meu nome apoiando, ao mesmo tempo, à cada uma das duas candidaturas, que surgiram dessa divisão. Para completar, também chegaram a mim a publicação de alguns gentis e-mails que sugeriam o meu nome como candidato ao pleito presidencial.  Portanto, acho necessário me posicionar.

Antes, uma introdução importante. Cada um tem sua raiz que nos liga ao Flamengo: Tenho consciência que a grande maioria dos torcedores do Flamengo enxerga o futebol “da primeira à décima prioridade” na escala de paixão rubro-negra.  De dirigentes a torcedores, passando pelos nossos blogs rubro-negros, “99% dos olhos” estão voltados ao futebol e o humor da segunda-feira normalmente é definido pelo resultado de domingo.

Respeito a todos, mas para quem não me conhece, lembro a minha história no clube, da qual me orgulho muito: Meu falecido pai foi Grande Benemérito e tenho a honra de ser atleta laureado de basquete, tendo como maior troféu da minha vida ter usado o Manto Sagrado dos 13 a 24 anos de idade. Hoje, meu filho de 9 anos me emociona vestindo também o Manto Sagrado, dessa vez no futsal.  São várias gerações da família defendendo o Flamengo. Sou sócio há 33 anos em quatro níveis: Sócio laureado, Sócio proprietário, Sócio emérito e Sócio torcedor (+ Paixão). Para mim, a Gávea é minha segunda casa, devo metade da minha formação pessoal à minha família e os outros 50% à minha vida como atleta do Flamengo. Apesar de estar presente, desde a minha mais tenra infância, em todos os domingos e quartas ao Maracanã e em diversos estádios de futebol, minha profunda raiz me faz enxergar o Flamengo em uma dimensão muito mais ampla. Vibro com a inauguração do novo dojo ou da futura nova piscina olímpica como em cada gol do Guerrero. Lutar pela Arena da Gávea (Esportes Olímpicos) me motiva tanto quanto lutar pelo nosso sonhado estádio. O recente título mundial de basquete me gerou emoção equivalente àquela madrugada de Tóquio, quando ainda era criança. Afinal, só existem três clubes no mundo que são campeões mundiais de futebol e basquete: Flamengo, Real Madrid e Barcelona (colocados na ordem correta!).

O Flamengo, para mim, é único e indivisível: Futebol, Gávea e Esportes Olímpicos. Novamente, respeito a todos, mas costumo brincar ao dizer aos “amigos 100% futebol” de que eles não conhecem a verdadeira dimensão se ser rubro-negro por completo. Com esse ideal (obviamente, com o futebol sendo o grande carro-chefe do clube) e, acreditando muito no grupo que ofereceu seu tempo, credibilidade e prestígio na construção de uma proposta de literalmente mudar o Flamengo, aceitei o honroso convite para ser o VP de Esportes Olímpicos (feito à época pelo Bap), para tomar parte do Conselho Diretor que traçou as estratégias gerais da verdadeira revolução realizada no clube e, mais recentemente, para participar do Conselho de Futebol. Tenho enorme orgulho de ter trabalhado com o Eduardo, Bap, Wallim, Dr. Walter, Tostes, Claudio, Landim, Flávio, Gustavo, Wrobel, Biscotto, Rafael e entre tantos outros companheiros VPs que recuperaram o Flamengo nos últimos dois anos e meio, juntamente com a colaboração decisiva dos antigos e novos conselheiros e de vários grupos políticos formados por grandes rubro-negros (não vou nominá-los, para não correr o risco de esquecer algum).

Na pasta de Esportes Olímpicos, acredito que as realizações falam por si mesmas. Atingimos nossa “suada” autossustentabilidade total em relação ao resto do clube e entregaremos todas as áreas esportivas reformadas ou inteiramente novas na Gávea até o final de 2015.  Mantivemos o nível técnico histórico (23 atletas e cinco profissionais presentes no último Pan Americano e a média de três títulos por mês entre as diversas modalidades, desde 2013). A cereja no bolo foi representada pelas conquistas do nosso basquete “Campeão de Tudo” – deca estadual, tri brasileiro, Liga das Américas e nossa maior glória - o Mundial Interclubes – além dos convites para jogos contra equipes da NBA. Deixando claro que as conquistas foram do grupo, com o apoio total da presidência e dos diversos VPs, dentro da difícil realidade dos Esportes Olímpicos.

 É com o sentimento de enorme decepção e tristeza que eu assisto agora o surgimento de duas candidaturas dentro do mesmo grupo. Não cabe a mim julgar a postura de A, B ou C nesse processo, todos são grandes rubro-negros com o democrático e legítimo direito de se posicionar. Mas é lamentável e frustrante essa cisão após termos caminhado juntos na parte mais difícil da estrada, quando juntos salvamos o Flamengo de uma situação de quase ingovernabilidade financeira e nos tornamos exemplos para o país na questão da luta pela responsabilidade fiscal do esporte. Vislumbramos, a partir dos próximos anos, excelentes perspectivas para mudarmos de patamar, recolocando o Flamengo no lugar em que ele merece no futebol e esportes olímpicos, além do potencial renascimento como clube social.  Tenho a convicção que o futebol voltará aos seus tempos de glória muito em breve. Não simplesmente contratando, como é o clamor simplório recorrente, mas reaprendendo a fazer um grande trabalho de grupo, como exige qualquer esporte coletivo, combinado com a força de nossa camisa.

Evidentemente, cometemos muitos erros também que precisam ser corrigidos - sou muito crítico e faço questão de colocar explicitamente as minhas opiniões internamente - com a ajuda de todos os rubro-negros, da jovem e da velha guarda, até porque a história gloriosa do Flamengo começou 117 anos antes dessa administração. A verdadeira modernidade consiste em nos prepararmos diariamente para a evolução que o futuro nos impõe, mas sem jamais nos esquecermos de nossas tradições e de nossas raízes, em outras palavras, das pessoas – que de forma amadora ou profissional – ajudaram a construir a grandeza do Flamengo.

Tenho recebido dezenas de contatos de amigos e desconhecidos, a maioria atônita e decepcionada com essa divisão, me perguntando sobre “de qual lado eu vou ficar”. Já inventaram o “Azul-Turquesa, o Azul-Marinho e outros tons de azul” para a campanha. Diante desse cenário, para mim, é muito fácil a resposta. Eu sempre estarei do lado do Flamengo, em qualquer circunstância! O que é melhor para o Flamengo nesse momento? Já comuniquei que certamente, pelo menos eu, não serei mais um a contribuir para que o Flamengo saia ainda mais prejudicado com essa cisão. A descontinuidade – independente da minha pessoa – do trabalho que está sendo realizado nos Esportes Olímpicos, pelo menos até a Olimpíada de 2016 – seria trágica para o clube nesse momento de piora do cenário econômico do país. São mais de 700 atletas e 150 profissionais, que esperaram e lutaram por décadas por esse momento do esporte olímpico do Flamengo e não temos o direito de decepcioná-los.

 Portanto, vou atuar nesse processo eleitoral como bombeiro, de hoje até dezembro, para que essa divisão seja revertida até lá. Temos que preservar e construir pontes que não podem, de forma alguma, ser ameaçadas de implosão com declarações e atitudes no calor da emoção, que inevitavelmente surgirão em uma campanha eleitoral. Ou que, pelo menos, após as eleições, o grupo (caso saia vencedor com uma das vertentes) volte a caminhar junto na continuidade da reconstrução do Flamengo, dado que os desafios são ainda imensos. Minha posição é que lutarei, até o fim, com todas as minhas forças, pela unidade da antiga Chapa Azul (com a adição de todas as correntes do clube que possuam a mesma filosofia). Convoco a todos os rubro-negros, que apoiam as transformações realizadas no Flamengo desde 2013, a fazerem o mesmo. Essa divisão é péssima para o Flamengo e ameaça as enormes conquistas que atingimos até agora.

Sou testemunha da histórica luta – quase de sobrevivência - dos esportes olímpicos dentro no Brasil e no Flamengo em particular. Poucos ajudam,  portas dificilmente estão abertas, seja no setor público ou, principalmente, no segmento privado. Portanto, nosso clube tem que aproveitar ao máximo o ciclo olímpico para conseguir mudar de patamar– desde a reformulação da estrutura física da Gávea até o nosso projeto em desenvolvimento de ciência integrada e aplicada do esporte (Projeto Cuidar), passando pela manutenção e reforço de todas as modalidades. A maioria das pessoas não tem a menor ideia da nossa árdua luta nos últimos 30 meses em um país de infeliz monocultura esportiva e que enxerga o esporte como simples lazer e não como instrumento de transformação na vida das pessoas.  Estamos em meio ao desenvolvimento de uma parceria ambiciosa com o Comitê Olímpico dos EUA, que se ampliou profundamente na nossa gestão. Outras parcerias com outros comitês estão sendo discutidas. Vários projetos oriundos de Leis de Incentivo e programas (ICMS, IR, Lei Pelé) estão em momentos importantes. Nosso Projeto Anjo da Guarda conclama a participação de todos os rubro-negros que pagam Imposto de Renda. Nosso basquete campeão do mundo quer continuar no topo e estamos tentando, com enormes dificuldades, voltar à Superliga de Vôlei. O desvio da atenção dessa luta para qualquer embate político seria irresponsável e temerário para o nosso clube, sobretudo entre forças que tanto contribuíram para chegarmos a esse momento. Recuso-me a fazê-lo, pelo bem do Flamengo. É hora de total tranquilidade para completar esse ciclo, que me desculpem os amantes de um lado ou do outro, mas o Flamengo estará para mim sempre à frente de qualquer outra prioridade pessoal. Essa minha missão até o final do ano, apesar de extremamente desgastante em termos pessoais, é mais importante para o clube.  Mas é claro que o cargo de qualquer vice-presidente, seja nesse termo ou no próximo, independente de nomes, está obviamente sempre em aberto, seja pela minha vontade de sair ou pelo desejo do atual ou do futuro presidente.  Mas pelo menos o caminho estará pronto para quem vier a me suceder e o Flamengo multiplicará suas chances de continuar grande como sempre foi.

Portanto, minha posição nesse momento é de continuar na minha trincheira lutando pelo nosso clube, como VP de Esportes Olímpicos e participante do Conselho do Futebol, sem tomar partido e buscando a união de um grupo no qual tanto acreditei e que, como rubro-negro, tenho orgulho de estar participando. Vou continuar cobrando diariamente, como sempre fiz nesses últimos dois anos e meio, a busca pela excelência e pela correção de rumos em áreas específicas.  Com essa lamentável cisão, serei neutro em termos de nomes, mas defenderei nas eleições de 2015 as realizações desse grupo, a partir de contribuições fundamentais das duas alas que se formam. No caso do sucesso dos esportes olímpicos (modéstia à parte), todos participaram de alguma forma. Clamo a todos os verdadeiros rubro-negros que nunca deixem de ajudar o Flamengo por conta do candidato A,B ou C.

Ouço todos os pré-candidatos, imprensa e blogs se focando somente no futebol, nossa grande paixão. Porém, é inegociável o meu compromisso com um Flamengo único, indivisível, tendo obviamente o futebol como o grande carro-chefe, mas sendo também forte e vencedor como clube multiesportivo e social. O Flamengo é diferente de qualquer outro clube de futebol do mundo por essa grandeza. Se não pensarmos assim, é o primeiro passo para sermos iguais aos outros.

Minha preocupação não é nem tanto com o “2016 em diante”, pois tenho certeza que, se qualquer uma das duas alas vencer a eleição, o Flamengo estará ainda no caminho correto (independente da minha presença). O maior desafio é chegarmos bem até lá, do ponto de vista de continuidade da reestruturação e do atingimento de resultados esportivos e, mais importante, com as pontes preservadas.

Quanto à proposição do meu nome ao cargo máximo do nosso clube, fico bastante honrado e agradeço a quem se lembrou de mim. Sem querer ser pretensioso, tornar-me Presidente do Flamengo algum dia não é somente um sonho, trata-se de um desejo real para o qual pretendo trabalhar muito para concretizar mais adiante, como uma consequência natural da minha vida dentro do clube. Porém, infelizmente, para mim, por questões profissionais e de estágio de vida, hoje é completamente impossível me dedicar de forma integral e assumir esse desafio nesse momento. Sei da responsabilidade de ser presidente dessa Nação. Tudo tem a sua hora na vida e tenho certeza que, quando esse momento chegar, estarei pronto para oferecer o meu nome.  Até esse dia, vou fazer o meu máximo, como em toda a minha vida, sendo dirigente, conselheiro, sócio, atleta ou na condição de mais um torcedor de arquibancada, para fazer o que realmente me importa: Retribuir ao Flamengo, todos os dias, de alguma forma, um pouco de tudo que esse clube me deu, desde a minha formação pessoal dentro da Gávea até as grandes alegrias proporcionadas por essa Paixão.

Saudações rubro-negras,

Alexandre Póvoa
VP Esportes Olímpicos

17 comentários:

JLD disse...

Aplaudo de pé! Esse cara é foda!

sergio jorge disse...

Taí.. o mais lúcido e menos apegado de todos. E vencedor. Com esta postura e mentalidade, talvez seja o mais indicado pra comandante no próximo triênio.
Parabéns, Póvoa, brilhante !

Luiz Mengão Eduardo disse...

Simplesmente espetacular.
Postura impecável de um grande rubro-negro.
Que a disponibilidade para o exercício da presidência do Clube de Regatas do Flamengo exista o quanto antes.

Vagner Macedo disse...

Gostei. A função de "bombeiro" nunca esteve tão bem representada. Agora é torcer para que a campanha política não crie animosidades desnecessárias. E que todos os rubro-negros de estirpe estejam juntos a partir de 2016 para levar o Flamengo ao patamar que merece.
Seja quem for o vencedor (desde que a corja não retorne), o grupo não poderá sair das linhas mestras traçadas por esta administração. Não há como retroceder sem prejudicar o Flamengo. Então, sigamos em frente.

Filipe Costa disse...

Chegou a arrepiar!

Antonio Ferreira disse...

É... correu umas lágrimas... Grande Rubro Negro! Que sua disponibilidade para o cargo máximo seja o quanto antes. Enquanto isso que a função de bombeiro seja exercida com sucesso. SRN!

Rodrigo Taveira disse...

Aplaudindo de pé o Póvoa! perfeita colocação!

Torço para que até o momento da eleição as duas "chapas azuis" possam se unir novamente. Caso não seja possível, o mínimo que todos os Rubro-Negros esperamos é que a disputa não seja destrutiva, muito pelo contrário. Estamos no caminho certo, e ele tem que continuar. Seja quem for o vencedor em dezembro, concordo com o Póvoa que o grupo perdedor deveria aceitar o resultado com humildade e se colocar à disposição para reintegrar e apoiar a diretoria eleita.

SRN!

Joanilson Silva disse...

Antonio comigo também, correu lágrimas e acho que devemos nos unir em todas as redes sociais o mesmo desejo de um Flamengo forte e unido, nada de amor ao Poder, pois ele ate para quem ganha acaba passando e o Flamengo será eterno.

Quem vota e quer escolher um lado perfeito, mas acho q deveriam deixar para escolher no dia da votação e ate lá lutar pela união de um só Flamengo pelo bem de todos.

Deveriamos criar a campanha #FlamengoUnido ou #UmsoFlamengo e tentar sensibilizar o grupo e se unir em um so FLAMENGO.

Rubenilson Pequeno disse...

Parabéns Alexandre Póvoa!!

Anônimo disse...

Grande Alexandre Póvoa.

Já tinha meu respeito. Agora tem minha admiração.

É óbvio que ele, na condição de VP e membro fundador da chapa azul, não pode dizer que tem receio de a corja ganhar as eleições caso o racha persista. Por isso ele diz que o receio está na falta de união a partir de 2016.

No entanto, confesso que a falta de união não me preocupa nem um pouco. É óbvio que seria melhor que todos continuassem unidos, mas se ganhar o Wallim ou o EBM, tenho certeza que estaremos em boas mãos, independentemente da divisão.

O problema está no risco chamado "Cacau Cotta". Se esse cara ganhar a corja que cercava a Patrícia Amorim voltará ao poder e aí todo o avanço obtido nos últimos anos será jogado no lixo. Confesso que se isso acontecer será a MAIOR frustração da minha vida de torcedor. Muito pior que o gol de barriga do Renato Gaúcho, ou a goleada sofrida no Mineirão ano passado (no meu caso a goleada foi mais dolorida, pois moro em BH e estava no estádio).

Enfim, precisamos exigir que as dissidências dos "blues" assumam o compromisso de se unir caso as pesquisas indiquem o risco real de vitória da oposição.

SRN. Anderson





Aposto que esse é o verdadeiro receio dele.

Anônimo disse...

André,

Você sabe dizer se os membros do SOFLA estão mesmo com o EBM? Ou se você acredita que haverá uma divisão também no âmbito dos membros do SOFLA (alguns preferem Wallim e outros o EBM)?

Estou perguntando porque estou muito longo do Rio e não tenho essas informações.

SRN. Anderson

Anônimo disse...

Informação alarmante: em dezembro de 2014, há apenas 08 meses, tivemos a eleição para o corpo transitório do conselho deliberativo do clube.

De um lado estava a diretoria (até então unida) e do outro estava a "chapa branca", liderada pelo Cacau Cotta.

A diretoria venceu, como todos sabem. No entanto, a votação foi a seguinte: 764 votos para a chapa azul contra 426 votos para a chapa branca. É incrível como ainda existem pessoas que se dizem rubro-negras e votam na CORJA.

Esses dados mostram o quanto é grave o risco que estamos correndo...

SRN. Anderson

Anônimo disse...

Sem dúvida alguma Alexandre Póvoa é um grande rubro-negro!
Caso se candidatasse à presidência do CRF seria um nome formidável para o principal cargo do Clube, sem dúvida alguma!
Sou seu Fã de carteirinha e você sabe muito bem disto!
Moacyr Daemon Henriques

Anônimo disse...

EBM conseguiu mesmo destruir o grupo com sua ganância pelo poder.

Paulo Benja disse...

Esse é Flamengo de coração! Parabéns e obrigado Alexandre Póvoa!

Sjulio disse...

Desculpe-me Anônimo que disse antes que o EBM conseguiu destruir o grupo com sua ganância pelo poder. Você quis dizer Bap, não foi? Erro de digitação? Ok, entendo.

Paulo Benja disse...

A chapa Azul já demonstrou que é a melhor, mais bem sucedida e desapegada para administrar o Flamengo com amor. Esperamos grandeza dos dois lados nessa disputa pelo bem da instituição Flamengo!