segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Brasileirão 2017: Flamengo 3 x 0 Corinthians


Houve de tudo na Ilha. Jogando pressionado, após duas derrotas seguidas, protesto da torcida no CT, discussão e briga entre os jogadores e, finalmente, aplausos após o apito final. Com todo esse cenário, o Flamengo derrotou o Corinthians por 3 x 0, finalmente saiu do sétimo lugar, chegando à sexta colocação do Brasileiro.

Foi a pior derrota sofrida pelo time de Carille nesse campeonato.

Logo na entrada dos jogadores, protestos da torcida Rubro Negra diante de tantos resultados aquém do esperado na temporada. Um time que contou com Mancuello e Geuvânio entre as novidades e que buscava responder os anseios da torcida nos primeiros minutos.

Muitas vezes misturando nevosismo com vontade. Mas só raça e correria não seriam o suficientes. Faltavam nos últimos jogos organização e disciplina tática. Para isso contava com o ótimo Cuellar, comandando a volância Rubro Negra com categoria, marcando forte e distribuindo as jogadas com inteligência, sempre na vertical.

Na frente, Diego voltando a fazer uma boa partida, após o intervalo sem jogar pelo Flamengo e pela seleção brasileira e Mancuello, sempre com muita movimentação, buscava a jogada aguda. E deu a equipe uma nova opção ofensiva: o chute. Semelhante ao gol contra o Cruzeiro, na virada pelo Brasileiro passado, quando guardou lá no ângulo.

O gol ajudou a dar mais confiança à equipe, diante de um Corinthians misto, já campeão brasileiro. Dominando completamente as ações ofensivas, dessa vez foi outra novidade do Rueda que iniciou o segundo gol: Geuvânio driblou dentro da área e sofreu pênalti. Diego com categoria, bateu para ampliar.

Aí veio o fuzuê!

Após erro de posicionamento de Vizeu, Rhodolfo protestou com o atacante, que não se intimidou e respondeu, o que deixou o zagueiro enlouquecido, sendo preciso ser contido para evitar o pior. Empurrão e o soco nas costas são inadmissíveis, no entanto, o pior estava por vir.

Se foi acusado, justamente, de ser um elenco que assistia as derrotas e falhas de forma passivas, sem respostas, dessa vez foi diferente, mesmo com 2 x 0, parecia que não aceitava falhas de forma alguma.

No lance seguinte, com o time todo no campo do Corinthians, a marcação avançada novamente fez efeito. Vizeu recuperou a bola e marcou um belo terceiro gol. Lá do ataque, no auge da euforia, eis que ergue o dedo médio para o zagueiro, que novamente surta e diz claramente que vai quebrar aquele moleque.

Vizeu não aceitou a cobrança e, semelhante a uma criança, teve atitude de garoto mimado - em que pese a agressão ter sido inadmissível.

Sabe-se lá qual divisão tem nesse grupo Rubro Negro, mas o alto nível de nervosismo, de cobrança pelos maus resultados, chegou ao gramado. No tom errado, porque se o árbitro quisesse poderia ter expulsado qualquer um dos dois. O reflexo dessa confusão e se terá algum benefício, só saberemos daqui pra frente.

Com 3 x 0 na caixa, desce então o time para o vestiário em crise. Eis um resumo perfeito do Flamengo no ano.

E aí entram em cena os dois "Diegos": o Alves separou a confusão e praticamente agarrou o Rhodolfo para evitar o pior. Depois o Ribas foi tentar fazer os dois conversarem e não deixou falarem com a imprensa na saída do intervalo. São os dois líderes do elenco.

Na volta para o segundo tempo um Flamengo que já tinha resolvido sua vida nos primeiros 45 minutos e parecia mais frio, após a fervura inicial.

O Corinthians passou a chegar mais forte no ataque, dando oportunidade para Diego Alves se consagrar e realizar boas defesas.

Ainda deu tempo para a entrada do Lincoln, aos 16 anos, fazer sua estreia nos profissionais.


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Cada vez fica mais difícil entender o porquê do Cuellar ter tido tão pouca oportunidade com Zé Ricardo, em detrimento ao Márcio Araújo, que amargou a reserva sem reclamar, quase foi negociado para um time que está sendo rebaixado e hoje está aí, titular absoluto e destruindo jogo após jogo.

Diziam que era reserva do Arão, por isso não jogava, que não podia atuar de primeiro volante, que não tinha velocidade.

E já virou regra: quando o colombiano vai bem, o Flamengo vai bem. Novamente o volante fez um ótimo jogo: foi o primeiro em desarmes, o primeiro em passes certos o segundo em posse de bola e o dono do meio de campo.


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Flamengo concentrou sua força ofensiva pela direita:


E teve um time bem mais organizado e com mais presença no ataque do que o Corinthians:





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São 17 jogos na Ilha, com 13 vitórias, dois empates e duas derrotas: 40 gol marcados e apenas nove sofridos. Resultando em mais de 80% de aproveitamento.

domingo, 19 de novembro de 2017

Clima quente na Colômbia: torcida do Junior agride com pedras ônibus de adversário

A 14km do estádio Metropolitano de Barranquilla, o onibus que transportava jogadores e comissão técnica do Deportivo Pasto foi atacado com chuva de pedras por torcedores do Atlético Junior, em partida que seria válida pela última rodada do segundo turno do Campeonato Colombiano.


O jogo que seria realizado nesse sábado foi suspenso e adiado para domingo.

Segundo a imprensa colombiana, a partida será realizada com portões fechados.

O Atlético Júnior vive sua melhor fase na temporada. Após fazer 23 pontos e terminar apenas na 12° no Apertura, pode chegar aos 39 pontos no Clausura e terminar em primeiro lugar. Nesse meio tempo, conquistou a Copa da Colômbia.

O adversário do Flamengo na semifinal da Copa Sul-Americana emitiu nota lamentando os incidentes com a delegação do Pasto:


Diante do péssimo desempenho fora de casa do Flamengo, esse será o clima que o Rubro Negro vai enfrentar em Barranquilla.

sábado, 18 de novembro de 2017

Lomba, vice-presidente de futebol, sobe o tom contra a péssima fase do Flamengo. E porque o Corinthians não é campeão brasileiro por acaso

O vice-presidente Ricardo Lomba chegou com a missão de substituir o presidente Bandeira na vice-presidência de futebol.

De início, concedeu uma entrevista ao Globo Esporte, no qual acreditava que o time poderia terminar bem o ano e que o clube tinha elenco pra brigar lá em cima no Brasileiro

Bastou pouco mais de um mês no cargo para perder as estribeiras com o elenco e a diretoria que o rodeia.

Em entrevista ao UOL nesse sábado, Lomba subiu o tom. Ao contrário do Mozer, por exemplo, afirmou que o resultado está aquém do esperado. Que não será manipulado, que se não tiver autonomia vai deixar o cargo e que não dá para ficar na pasmaceira atual.

Enquanto isso, surgem notícias aqui e ali de um possível boicote ao trabalho do Rueda. Panela sempre teve e terá em todo lugar. O problema é a cultura permissiva que o Flamengo criou. O ambiente não é de submissão e autoridade. Hoje, o jogador se cria, coloca as asinhas de fora e ninguém mais consegue cortar. Falta um Pelaipe pra comandar esse vestiário. Falta uma autoridade com pulso forte. Quem sabe o Lomba possa ser esse cara.

Rueda já vem soltando o verbo há tempos, desde aquele empate medíocre contra a Chapecoense pela partida de ida das oitavas de final da Copa Sul-Americana. Demonstra a cada coletiva irritação com a atuação dos jogadores.

No entanto, teria mais confiança no trabalho do treinador se tivesse feito o time jogar e se deixasse de escalar jogadores que são amigos do fracasso. Hoje, em nível de organização, a equipe regrediu. Não tem uma característica visível: marcação pressão, defesa segura, saída de bola, triangulação. Nada disso.

O problema é saber se Rueda não conseguiu encaixar seu estilo de jogo, suas filosofias, por falta de confiança e entrega dos jogadores ou porque não tem conseguido repassar isso ao elenco.

São inúmeros os questionamentos.


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O Corinthians campeão brasileiro não tem uma folha salarial modesta, como alguns afirmam. Porém, o que mais impressiona é o modelo de jogo implantado pelo Tite que vem sendo repassado ano após ano, não importando se o elenco muda ou se o treinador é outro.

CARILLE

Carille é fruto desse modelo. Não caiu de para-quedas. À época era auxiliar de Tite, responsável pelo treinamento defensivo e fazia trabalhos individuais com Arana, em cima das deficiências do jogador. Hoje, o atleta virou o melhor lateral esquerdo do país.

Outro exemplo é o zagueiro Felipe, hoje no Porto. Em entrevista à ESPN, o jogador afirmou que Carille o treinava de forma separada após os treinos: "toda vez que terminava um treino, ele pegava os zagueiros para trabalhar com ele. Ele era o responsável pelos zagueiros. Isso me ajudou em tudo. Correções de cabeceio, direção para onde jogar, movimento técnico para tirar uma bola e não ir para trás, sair jogando de um jeito correto, ter escolhas corretas durante o jogo. Ele sempre teve essa paciência e me ajudava. Toda vez que pedia para fazer um treino à parte, ele falava que sim. Ele teve um papel fundamental na minha carreira".

Hoje, qual o modelo de jogo do Flamengo? Qual filosofia buscam? Qual assistente está sendo treinado para cumprir esse papel? Qual o papel de Jayme na comissão técnica e porque está lá até hoje?

Há quantos anos o time joga da mesma forma? Com jogadores abertos, com laterais que sobem, sem marcação avançada, muito toque de bola, pouca agressividade e um atacante que não tem cacoete de artilheiro. O que estão fazendo para mudar esse mono-esquema em 2018? Esse jeito insuportável do Flamengo de jogar.

CENTRO DE INTELIGÊNCIA

Muito se fala em centro de inteligência para contratação de jogador. No Flamengo ainda é um mistério sobre a forma de funcionar.

No Corinthians o centro de inteligência serve para contratar reforços e montar tática jogo após jogo.

O clube paulista usa uma câmera tática que fica na cobertura do estádio, controlada por controle remoto, cujo objetivo é ver os espaços que podem ser explorados. Com essas imagens, são criados bancos de dados jogo após jogo. Tudo acontece em tempo real. Antes do segundo tempo, no vestiário, os vídeos feitos por essa câmera ficam à disposição do Carille e da comissão técnica.

VÍDEOS PARA OS JOGADORES

Antes e depois dos jogos são enviados aos jogadores vídeos curtos por whatsApp de adversários que vão cair no setor deles, com duração de pouco mais de dois minutos. E, no dia seguinte às partidas, é encaminhado um vídeo detalhando como foi a participação do atleta na partida.

Por vezes, Carille e seus auxiliares separam lances e chamam um jogador para uma sala para correção. Ou até mesmo conversam com todos os jogadores de um setor.

As filmagens acontecem também nos jogos da base e o banco de dados são unificados com o profissional.

CONTRATAÇÃO DE JOGADORES

Na hora da contratação, o Centro de Inteligência faz observação das séries inferiores, estaduais e campeonatos sul-americanos e também recebe indicações da comissão técnica e da diretoria.

Mas os profissionais do Centro de Inteligência não indicam o jogador que tem que ser contratado. Se procuram um lateral, por exemplo, listam as qualidades, força, técnica, se gosta de jogo apoiado, e dentro do modelo de jogo já estabelecido no Corinthians, a comissão e diretoria escolhem dentro que pensam para a equipe.

Antes de trazer um reforço, cada analista faz, separadamente, seus relatórios e análises. Depois todos se reúnem e veem se a análise individual de cada um tem sintonia. Caso positivo pela maioria dos profissionais, a comissão e diretoria aprova a contratação.

E no Flamengo? Quem são os analistas? Quem bate o martelo? Alguém já viu Rodrigo Caetano discutir tática?

Não são campeões por acaso.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

NBB 2017/2018: Campo Mourão 82 x 89 Flamengo


Após a derrota na estreia, o Flamengo obteve sua primeira vitória no NBB, ao derrotar fora de casa o Campo Mourão por 89 x 82.

A defesa novamente não voltou a funcionar, dificultou o Rubro Negro a abrir frente no placar e a vitória só veio no período final graças a cestas decisivas de Marquinhos.

Entretanto, o grande nome do jogo foi o pivô JP Batista, que vem fazendo bem seu papel, muitas vezes não reconhecido.

Se não vejamos: foram 30 pontos, 15 rebotes e cinco assistências na vitória. Após os oito pontos, oito rebotes e seis assistências na estreia.

Olivinha brilhou com 14 pontos e 14 rebotes e Marquinhos anotou 26 pontos no total.

A vitória no primeiro quarto  por 24 x 18 poderia ter sido o prenúncio de uma partida mais tranquila. No entanto, não tem jogo fácil para o basquete Rubro Negro. O adversário apertou o ritmo no segundo período, empatou em 39 x 39. No estouro, Ramon matou de três para colocar no placar: 42 x 39.

E o mais incrível, até essa cesta de três de Ramon, apenas três jogadores do Flamengo haviam pontuados nos primeiros vinte minutos: JP Batista: 23 pontos, Marquinhos: 11 pontos e Olivinha com cinco pontos.

Na volta do vestiário o trio continuava liderando o Rubro Negro, mas a defesa não ajudava o time a abrir frente e foi para o período final com 66 x 59.

No último quarto, mais problemas defensivos: Campo Mourão baixou a diferença para apenas três pontos: 73 x 70 e empatou em 73 x 73.

Com duas bolas de três de Marquinhos e cestas importantes de Cubillan, o Flamengo escapou de mais uma derrota e encerrou a partida com 89 x 82.

terça-feira, 14 de novembro de 2017

NBB 2017/2018: Paulistano 72 x 67 Flamengo


Na estreia do NBB, o Flamengo não foi páreo para o atual campeão paulista, Paulistano, que venceu por 72 x 67 e conseguiu sua primeira vitória, após duas derrotas nas primeiras partidas.

Cubillan foi o cestinha com 14 pontos. JP Batista terminou com oito pontos, oito rebotes e seis assistências (!!!).

Em nenhum momento o Rubro Negro conseguiu passar à frente do marcador, mesmo vencendo dois quartos, graças aos sérios problemas defensivos vividos pela equipe.

O Paulistano sempre foi superior, e mesmo quando a diferença caía, conseguia escapar e abrir frente, impedindo qualquer reação do Flamengo.

Logo no começo os donos de casa abriram 9 x 0, depois 14 x 3 sobre o time da Gávea, encerrando o primeiro período por 21 x 15.

No segundo período nova frente aberta pelo Paulistano: 30 x 21. Com boa sequência o Flamengo conseguiu uma corrida de 8 x 0 e foi pro vestiário com uma curta diferença: 30 x 29.

No terceiro período novamente o Paulistano superior. Com 4/8 na linha de três, amassou o Rubro Negro e abriu a maior vantagem: 56 x 42.

Com Marcelinho calibrado o Flamengo foi cortando vantagem e cortou para apenas cinco pontos: 61 x 56, obrigando o treinador adversário a pedir tempo.

No minuto final Ramon matou dois lances livres e cortou para três pontos: 68 x 65. Porém a defesa Rubro Negra não funcionou e o Paulistano fez 70 x 65. Cubillan voltou a cortar a diferença para três pontos: 70 x 67. Entretanto, nos lances livres, os donos da casa liquidaram a partida.

Próximo jogo será na quinta-feira, fora de casa, contra o Campo Mourão.

Basquete: Flamengo anuncia seu patrocinador master

Após uma temporada, o basquete Rubro Negro volta a ter um patrocinador master. Finalmente o marketing do clube resolveu lembrar que existe uma modalidade que ganhou quatro dos últimos cinco brasileiros.

Foi anunciado ontem que a empresa ThinkSeg, seguradora que patrocina o futebol do Santos e Fluminense, vai estampar a parte principal do uniforme do Flamengo, por dois anos de contrato.

Desde a saída da SKY, que pagou em 2015 R$ 3 milhões e em 2016 R$ 2,5 milhões, o clube não conseguia outro patrocinador master.

Os valores não foram divulgados, mas serão conhecidos no balanço financeiro.

A estreia já acontece hoje, na partida de abertura pelo NBB, contra o Paulistano, fora de casa, às 19h:30min.


segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Mais uma derrota de uma equipe outra vez desinteressada e um treinador com bom discuso, mas de péssima execução


Uma equipe em crise, que vinha de duas derrotas seguidas - sendo uma diante do maior rival, com a torcida pressionando e tacando pamonhas no ônibus que levou a delegação ao estádio.

Ambiente propício para qualquer adversário arrancar uma vitória jogando fora de casa.

Menos para Flamengo, que novamente jogou de forma desinteressada, como se fosse um amistoso, uma equipe pequena, sem avançar linhas, sem ameaçar o goleiro alviverde. Isso porque, com os três pontos, ficaria a um ponto de entrar no G4 e se classificar diretamente para a Libertadores.

Qual a motivação dessa gente?

Agora são 15 partidas sem uma vitória jogando em São Paulo e um desempenho pífio jogando fora de casa: dez jogos e nove derrotas.

Novamente o clube aposta tudo na Copa Sul-Americana, como apostou na Copa do Brasil e o resultado todos vimos.

Repetindo: são seríssimos os riscos do Rubro Negro nem chegar perto da pré-Libertadores e ver Botafogo e Vasco classificados.

Os problemas fora de campo são bastantes conhecidos e fica exaustivo listar todo santo post aqui no Ninho. Importantes diretores, como Rafael Strauch, pediram desligamentos do clube, o que demonstra, por bem ou por mal, que internamente Bandeira de Mello vai perdendo apoio. Demoraram a enxergar, hein?

Dentro de campo, Rueda fala em erros individuais, Éverton Ribeiro critica a organização. O treinador colombiano segue com ótimo discurso e demonstra estar realmente incomodado com as derrotas, porém não consegue colocar em prática nenhuma novidade.

Ao mesmo tempo, para tentar dar uma cara nova ao Flamengo, para se organizar de forma compacta e competitiva, é preciso um mínimo de interesse de quem está executando e confiança na comissão técnica. Não adianta formular táticas extraordinárias, montar jogo após jogo, se dentro de campo os jogadores não demonstram nenhuma empolgação pelas partidas do Brasileirão.

O pouco que se consegue de fervura, a busca pelo empate, após o 3 x 1 contra o Fluminense, é graças à turma da base, a Diego Alves, Cuellar e só.

Injustificável também Rueda colocar Márcio Araújo aos 25 minutos do segundo tempo com o Flamengo perdendo por 2 x 0. Manter Pará de capitão. Rafael Vaz de titular. Todo jogo são os mesmos que falham, entretanto, coincidentemente, continuam sendo titulares e entrando no decorrer da partida como se nada tivesse acontecido.

Que ano constrangedor.